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Cirurgia

A cirurgia na Medicina Veterinária de Pequenos Animais era limitada quase que exclusivamente às castrações e cortes de cauda e orelhas até algumas décadas atrás. Muita coisa mudou, especialmente nos últimos 25 anos e, hoje, as cirurgias de cães e gatos são realizadas em condições muito semelhantes àquelas que se encontram nos centros cirúrgicos humanos. Cirurgias ortopédicas, torácicas, cardíacas, oncológicas,  entre outras, são realizadas rotineiramente nas clínicas e hospitais veterinários com resultados e segurança surpreendentes para quem não acompanhou a evolução da Medicina Veterinária. Uma das grandes mudanças que contribuíram para a excelência da cirurgia veterinária foi o aparecimento, no início da década de 90,  do “anestesista veterinário de pequenos animais” permitindo que o cirurgião se dedicasse exclusivamente  ao estudo e execução do ato cirúrgico. Certamente ainda há muito o que evoluir e aprender e nós da Animália estaremos sempre acompanhando as inovações para colocar em prática o que há de mais seguro e eficiente para nossos pacientes.

Equipe FAQ´S

Dr. Renato Campello Costa

- Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Fluminense, UFF, 1993.
- Mestrado em Clínica Médica de Pequenos Animais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2002.
- Presidente da Comissão de Clínica e Bem-Estar Animal, CRMV-RJ, Gestão 2008-2011   
- Presidente da Comissão de Publicidade e Divulgação, CRMV-RJ, Gestão 2008-2011 . 
- Médico Veterinário Responsável pelo Canil do Departamento de Polícia Federal – RJ, desde 2009.
- Médico Veterinário Responsável e Cirurgião da Animália Clínica Veterinária, desde 1993.

Dr. Rodrigo Luis Morais da Silva

- Graduado em Medicina Veterinária  pela Faculdade de Medicina Veterinária de Valença -RJ, 2003.
- Pós- graduado em cirurgia e anestesia pela faculdade de Medicina veterinária de Valença- RJ, 2004.
- Diplomado AOvet - curso básico e avançado
- Sócio-fundador da Associação brasileira de cirurgia e traumatologia veterinária (otv)
- Atuação na área de Cirurgia Geral de pequenos animais desde 2004.
- Atuação na área de  clínica e cirurgia de Ortopedia de pequenos animais com concentração em artroscopia de pequenos animais desde 2004.

Dr. Frederico Pietsch Ribeiro
-Graduação em medicina veterinária pela Universidade Estácio de Sá, 2003.
- Residência em Clínica Cirúrgica Veterinária na Universidade Estácio de Sá, 2004 a 2006. 
- Cirurgião da Universidade Estácio de Sá, desde 2005.
- Organizador do “Programa de Castração Comunitária” da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, desde 2005.
- Cirurgião do Hospital-Escola da Universidade da Serra dos Órgãos (FESO), 2006.
- Cirurgião do Zoológico da cidade do Rio de Janeiro, 2006 a 2008

  Toda cirurgia tem risco ?
Sim, todo procedimento cirúrgico envolve anestesia e, por conseguinte, tem risco.

Para que servem os exames pré-operatórios ?
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam os exames realizados antes de uma anestesia/cirurgia não são apenas para dizer se o paciente está ou não apto ao procedimento. Os exames de sangue, radiografias, avaliações cardíacas, entre outros, são exames que darão ao anestesista e ao cirurgião o “mapa da mina” de como realizar o procedimento com o máximo de segurança para cada paciente.

O paciente precisa ficar internado após uma cirurgia ?
Em determinados tipos de cirurgia e do estado em que se encontre o paciente, sim. Pacientes poli-traumatizados, cardiopatas, nefropatas ou com processos infecciosos graves não podem prescindir de um acompanhamento rigoroso após a cirurgia. A internação pós-operatória também se faz necessária para monitoração e medicação nas cirurgias gastro-intestinais e de trato urinário por exemplo. Outros procedimentos, chamados “eletivos” e realizados em pacientes saudáveis, como as castrações, tanto de machos quanto de fêmeas, normalmente não requerem hospitalização e o paciente pode retornar à sua casa após algumas horas quando já estiver recobrado o controle de determinadas funções vitais que são avaliadas pelo anestesista.

Pacientes idosos podem ser operados ou é melhor “não mexer” ?
Assim como humanos idosos, os animais idosos requerem cuidados especiais tanto antes quanto durante e depois de uma intervenção cirúrgica. A Medicina Veterinária dispõe de diversas técnicas, exames e procedimentos que permitem a realização de cirurgias em pacientes de idade avançada de forma segura. Não há razão para deixar de realizar uma cirurgia necessária em função da idade do paciente da mesma maneira que os médicos não deixam de operar humanos idosos quando estes requerem alguma intervenção.

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